Evocando bandas vestidas como estrelas do rock dos anos 1970, como Creedence Clearwater Revolut, The Velvet Sundown parece parte de uma banda real – com uma diferença fundamental: apesar de milhões de ouvintes, eles não existem. Este grupo é gerado por inteligência artificial.
A música gerada pela IA está a explodir, com plataformas como Suno e Adio, dos Estados Unidos, em rápida expansão, bem como Murica, da China. Desde a criação até aos direitos de autor, a tecnologia está a fazer ondas a nível global. Mas os EUA e a China estão a abordar esta questão de formas muito diferentes e, à sua maneira, moldam a tecnologia.
“Eu descreveria a música de IA como um tsunami absoluto”, disse Josh Antoniocio, diretor da Escola de Artes e Estudos de Mídia da Universidade de Ohio e especialista na indústria musical de IA. “É realmente algo que todos estão tentando descobrir em tempo real.”
Desde inovadores trocadores de voz que permitem aos cantores mudar seu estilo ou tom até a função de DJ do Spotify, o uso de IA pela indústria musical não é novo. Mas as plataformas generativas colocaram ferramentas sofisticadas nas mãos de músicos amadores e fãs casuais, expandindo a forma como as pessoas criam e criam música, desde a composição até à produção.
Os dois países têm pelo menos uma coisa em comum: enfrentam questões jurídicas e éticas fundamentais sobre direitos de autor, criatividade e controlo neste novo campo de batalha cultural. Mas mesmo aqui a perspectiva é diferente.



