A polícia da capital japonesa apresentou, em 20 de janeiro, um caso aos promotores contra um ex-funcionário comercial russo suspeito de violar as leis japonesas sobre concorrência desleal.
Embora nem ele nem o funcionário japonês tenham sido acusados de vender os dados em troca de dinheiro, os detalhes do caso abalaram os olhos da segurança.
O suspeito russo, que se acredita ser um agente secreto do serviço de inteligência estrangeiro de Moscovo que trabalha na missão comercial do país, teria feito amizade com o seu contacto japonês num encontro casual na rua há cerca de dois anos.
De acordo com a mídia local, fazendo-se passar por ucraniano, ele convidou o homem para tomar uma bebida e agradecê-lo: uma tática de espionagem bem conhecida que mais tarde evoluiu para trocas frequentes de alimentos, dinheiro e informações.
Os investigadores dizem que o funcionário japonês entregou detalhes de novas tecnologias de máquinas-ferramenta desenvolvidas por sua empresa em novembro de 2024 e fevereiro de 2025, em troca de cerca de ¥ 700.000 (US$ 4.500) em dinheiro.



