A polícia francesa e a Europol revistaram o escritório X local, Paris anunciou o Ministério Público na terça-feira
O desvio faz parte de uma investigação em andamento conduzida em 2025 sobre alegações de “extração fraudulenta de dados” por um sistema automatizado de processamento de dados “por um grupo organizado”.
A unidade de investigação de crimes cibernéticos dos promotores franceses disse que agora será ampliada para cobrir outros crimes, incluindo: cumplicidade na posse e distribuição de material de abuso sexual infantil; violações de privacidade; e nega o Holocausto.
A expansão da pesquisa ocorre no momento em que X e seu proprietário, Elon Musk, admitem críticas generalizadas por usar sua IA Grok para gerar imagens não consensuais, incluindo imagens de abuso infantil, de outras pessoas na plataforma.
Musk, que comprou o X (antes do Twitter) em 2022, e a ex-executiva-chefe do X, Linda Yaccarino, foram convocados para interrogatório em 20 de abril. As 10 gangues não identificadas foram nomeadas na mesma semana pelo anúncio do promotor.
X e porta-vozes da eMed, onde Yaccarino é agora presidente-executivo, não responderam ao pedido de comentários do TechCrunch.
Quando contatada para comentar, Maylis De Roeck, porta-voz da promotoria de Paris, confirmou a operação em um comunicado. “O objetivo do Ministério Público é, em última instância, garantir que o Tribunal X cumpre a lei francesa, uma vez que funciona no território nacional”, lê-se no comunicado.
Coisa tecnológica
Boston, MA
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23 de junho de 2026



