Uma dica inovadora vem de Sutomo Nishioka, professor visitante da Universidade Ritaku e defensor de longa data das famílias dos sequestrados.
Nishuka, que dirige a Associação Nacional para Japoneses Raptados pela Coreia do Norte e é também membro sénior do think tank conservador Instituto Japonês para Fundos Nacionais, disse à Ásia esta semana que Pyongyang mostrou abertura a conversações com Tóquio em troca de “assistência humanitária imediata e em grande escala” que poderia incluir alimentos, medicamentos e fertilizantes.
“Para resolver a questão do rapto, gostaria que os líderes se envolvessem diretamente entre si e obtivessem resultados concretos”, disse Takachi aos jornalistas em 19 de janeiro, mesmo dia em que dissolveu a câmara baixa para as eleições deste domingo.



