A isenção expirou em 31 de janeiro e não foi renovada, confirmou o South China Morning Post junto a diversas fontes na quarta-feira.
Empresas como BYD e Great Wall Motors terão mais uma vez que pagar impostos de importação sobre kits de veículos trazidos do exterior para montagem no Brasil, revertendo uma política introduzida como incentivo de curto prazo para a entrada de novos fabricantes no mercado.
No modelo semi-desmontado (SKD), os veículos chegam quase completos e exigem pouca mão de obra local, enquanto o sistema totalmente desmontado (CKD) traz peças individuais para montagem no Brasil, mas ainda depende fortemente de componentes importados.
De acordo com as regras actuais, os kits SKD enfrentam um imposto de importação de 18 por cento e os kits CKD pagam 16 por cento. Ambas as taxas subiram para 35 por cento, uma mudança que aumenta drasticamente os custos para os fabricantes que dependem de peças importadas em vez da produção totalmente local.
O hiato de preços começou em agosto, quando o governo concordou com o pedido da BYD enquanto a empresa chinesa se preparava para iniciar a produção em larga escala no Brasil.



