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“O futebol espanhol conta com o CTA, o Comité Técnico dos Alienígenas, todos os fins-de-semana”

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Raul Varela Dedicou sua opinião editorial a tribo Para uma reflexão mais rigorosa sobre a mediação e a performance espanhola Comitê Técnico de Árbitros. Desde o início, o diretor do programa usou a ironia para descrever o atual momento que o establishment da arbitragem vive: “O futebol espanhol desfruta todos os fins de semana e das celebrações organizadas pelo CTA, o recém-formado Comité Técnico dos Aliens”.

Varela explicou que de uma forma mais compreensível se trata “Os marcianos de uma realidade paralela transformaram-se em árbitros para os quais não existe nenhum deus que conheçam.”que as explicações públicas não só não esclarecem as decisões, mas também criam mais raiva. É por esta razão que ele apontou Descrição da Semana “Ainda mais raiva do que decisões o que é aceito, ou em muitos casos evitado”, tanto em campo quanto na sala do VAR.

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De uma ferramenta útil a um elemento residual

Em sua análise, o jornalista olhou para a evolução do VAR, que definiu como um sistema que veio para ajudar, mas perdeu o sentido original. Segundo sua reflexão, “Veio como uma ferramenta de validação de tempo, tornou-se o principal player O árbitro em campo que abandona as suas funções faz com que vá para o limite” Para se tornar o “elemento decorativo de descanso” no final.

Cancelo e José Luis MuneraFrancisco Adelantado

Para ilustrar esta situação, Varela recorreu a um exemplo específico: “Como a batida de Cancelo em Belmont em Albacete.”uma comparação que resume, na sua opinião, as inconsistências no uso atual do VAR e a confusão que ele cria dentro e fora do campo.

Explicações sem autocrítica ou bom senso

o líder a tribo Ele também mencionou o impacto que o último episódio do formato teve Hora de revisarAo substituir Marta Frias. Na sua opinião, este conteúdo “deixou os funcionários ainda mais irritados do que antes”, com “justificativas, Falta de autocrítica e, acima de tudo, supressão de qualquer aparência de bom senso.”.

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Varela concentrou sua parcela de críticas na equipe que lidera Fran SotoPara aqueles que aceitaram boas intenções, mas pouco sucesso: “Com grandes intenções, mas sem sucesso”. A partir daí, descreveu o que considerou ser um grave problema de comunicação e percepção: “Sua distorção da realidade, sua capacidade de encontrar uma palavra em um dicionário de sinônimos que sirva de álibi”“A visão projetada por jogadores, treinadores e torcedores é esmagadoramente oposta.”

Porque Rádio Marca é Rádio Marca ouço promessas de mudança, vontade de progredir e nada mais pode dar errado

Raúl Varela, em La Tribo

Segundo Varela, esta separação só aumenta a distância: “Eles somam unidades, a distância de separação com esse grupo fica afundada na área de transferência do terreno”Até chegarmos a uma conclusão gráfica: “Quanto mais trabalham para chegar à superfície, mais fundo é o buraco que cavam”.

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O jornalista encerrou seu editorial com uma reflexão comovente sobre uma promessa não cumprida ao longo dos anos: “Porque a Rádio Marca é a Rádio Marca ouço promessas de mudança, vontade de progredir e nada mais pode dar errado.”. Abordou também o ruído externo em torno da arbitragem e a situação atual, concluindo com uma ironia final: “Vamos, não sobrou ferro para Marte.”.

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