A polêmica surgiu a partir da decisão de Lucas Scarlato deixar Matriz de rio usar Figura jurídica da autoridade parental Mais uma vez tocou o alarme do futebol argentino. O caso coloca a representação do jogador sob o microscópio, Martin Guaastasegnoexpõe uma prática que preocupa os clubes formadores e que, segundo dirigentes da mídia local, corre o risco de causar fuga prematura de talentos.
A AFA impõe limites ao uso dos direitos dos pais no futebol juvenil
Diante deste cenário, a Federação Argentina de Futebol decidiu manter a postura para enfrentar o futuro. A organização-mãe do futebol nacional decidiu que Os jogadores que utilizem os direitos dos pais para emigrar do clube não serão convocados para as camadas jovens.
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Esta medida foi endossada por JAvier Méndez Cartierpresidente dos Excursionistas e dirigente responsável pelas seleções Sub 20 e Sub 23, que deixou claro a linha que a atual liderança seguirá. “De acordo com as decisões do nosso Presidente e Diretoria Executiva, a liderança da AFA busca sempre proteger os interesses dos clubes treinadores. Quem não entender isso e pedir autorização aos pais para migrar não será convocado para nenhuma equipe juvenil.”, garantiu.
Desta forma, a AFA procura abrir um precedente e desencorajar a utilização de mecanismos legais que causem tensão entre clubes e ambientes de jogadores, ao mesmo tempo que tenta proteger o importante papel desempenhado pelas instituições no desenvolvimento de jovens talentos.
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