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O Boca avança a um ritmo duplicado pelo colombiano Edwuin Cetré, outra figura do Estudiantes

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Com muita paciência e perfeita confidencialidade. Ou ao ritmo das lesões. É assim que tem sido tratado Boca no mercado de transferências. Quanto ao seu encerramento, e à medida que as vozes críticas se tornaram mais poderosas, o Presidente Juan Román Riquelme anexado a Santiago AscacibarAnjo Romero depois de conhecer os danos Rodrigo Battaglia e todos os atacantes do elenco. Agora com Exequiel Zeballos descartado nas próximas semanas devido a uma ruptura de grau III no bíceps femoral esquerdo, Román acelerou totalmente para ficar com Edwin Cetréa figura de Alunos. De La Plata reconhecem uma oferta de 4 milhões de dólares pela metade do passe correspondente a Pincha. A porcentagem restante é Medellín Independente. Será que o extremo colombiano de 28 anos?

Cetré é uma grande oportunidade de mercado. Ele cafeteiraque soava forte no River, tinha tudo preparado para seguir carreira no Athletico Paranaense. Ele ainda viajou ao Brasil para assinar contrato e ser apresentado. Mas na quarta-feira voltou à Argentina devido a divergências financeiras entre os clubes. O Boca também estava com vaga aberta devido à grave lesão de Battaglia.. E mais uma coisa: o Estudiantes precisa vender para administrar a economia.

Há otimismo no Boca, pois a oferta de R$ 4 milhões é superior à dos Paranaenses. Os dirigentes da equipe de La Plata, por sua vez, hesitam em efetivar a transferência, já que seria a segunda após a saída do russo Ascacibar. O desconforto dos fãs Pitada Contra os seus líderes, liderados por Juan Sebastián Verón, cresce.

Cetré quer dar o próximo passo na carreira. E ele também está animado com a Copa do Mundo que está chegando. Se quebrar no Boca e na Libertadores, o técnico Néstor Lorenzo pode levar em conta.

“Acho que Cetré tem todas as qualidades para ter sucesso. É um jogador que já conhece o ambiente argentino, que está no Estudiantes há duas ou três temporadas, que disputou partidas importantes, finais, que foi campeão e disputou a Libertadores. E tem algumas qualidades que seriam valiosas para o Boca”, confidenciou. Maurício Chicho Serna.

E acrescentou: “É preciso entender que se hoje fossem levados mais 9, haveria uma competição muito forte para quatro centroavantes. Talvez com a obrigação de que apenas um jogue. E o Boca tem que se fortalecer aí com um atacante de fora. Para mim, precisa de alguém que, quando cobrir Chango Zeballos, do outro lado, consiga encontrar um recurso, que consiga jogar um contra um, que consiga desequilibrar.”

Cetré chegou ao futebol argentino no início de 2024 e teve dificuldade de adaptação. Seu melhor momento no Estudiantes foi na temporada passada. É um atacante vertical, que se sente mais confortável no setor esquerdo (sim, igual ao Changuito Zeballos) e que fazem uma exibição física fantástica. Sua maior deficiência é a falta de gols: no Pincha marcou 12 em 86 jogos (um a cada 7 duelos).

A expectativa é capital. É percebido na rede social dos torcedores do Boca. Circulam fotos de Cetré criança com camisa azul e dourada (ele teve seu processo de treinamento no Boca Juniors Club de Cali). TOffal descobriu ainda que o colombiano passou a seguir o clube no Instagram.

O Boca permanecerá com um dos extremos da moda do futebol argentino? Ou será que a força e o descontentamento da torcida do Estudiantes – que também disputará a Libertadores – não tornarão isso possível?

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