Após os dias incertos após o final do ciclo Marcelo Gallardoa liderança de Matriz de rio quebrar o silêncio. Nas próximas declarações JOGOpresidente da organização, Stéfano Di Carlo confirmou que Eduardo “Chacho” Coudet foi o homem escolhido para liderar a equipa principal.
O técnico de 51 anos viaja nesta quarta-feira à Argentina para selar o relacionamento e estará presente na sala de imprensa do Estádio Monumental ao meio-dia.
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O papel de Francescoli e o perfil do novo treinador
Di Carlo revelou que a escolha do treinador foi um processo de consenso, decorrente da recomendação do ministro do Esporte: “O nome veio de Enzo Francescoli e todos achamos que estava certo. Queríamos que fosse alguém da casa.”
Ao descrever as qualidades que fizeram a diretoria decidir pela escolha do ex-técnico do Racing e do Rosario Central, o presidente foi contundente: “Chacho é uma pessoa metódica, trabalhador e obcecado pelo que faz. As exigências de River não permitem que ninguém escape”. Para completar a sua chegada, o clube de Núñez terá de concordar com uma compensação financeira ao espanhol Alavés, clube onde Coudet trabalha.
Autocrítica após a saída de Gallardo
O presidente não se esquivou de questões delicadas e analisou o encerramento do período “Muñeco”, admitindo que as coisas não correram como planeado apesar de cumprir as exigências da DT no mercado de transferências. “A decisão foi dele e ele não conseguiu encontrar uma maneira de contornar isso. Um dia ele me ligou e disse que não queria continuar.”Di Carlo explica.
Apesar da presença inusitada, dirigente pediu para relativizar a imagem de Gallardo: “Não aconteceu, mas isso não tira nem diminui a importância dele. Ele é o homem mais relevante da história do River”.
Apelando à solidariedade dos adeptos
Ciente do clima tenso que envolve o clube após os resultados mais recentes, incluindo a recente derrota no Clássico, Di Carlo fez um pedido especial aos milionários. “Entendo a frustração dos torcedores, mas peço que saiamos da negatividade e sigamos todos na mesma direção.”ele disse.
“Não é todos os dias que este problema se resolve, temos que recuperar a confiança, mas temos todas as ferramentas para nos adaptarmos à situação do River”, concluiu o presidente, marcando o início de uma nova era que buscará devolver uma identidade competitiva à equipe com a ajuda de “Chacho”.
PA



