Um menino autista morreu tragicamente de sede depois de ficar trancado sozinho por oito dias após a morte de sua mãe.
Segundo a polícia, Bernardo Lucas de Araujo Ribeiro, que estava trancado em um quarto de casa, era totalmente dependente da mãe.
Os investigadores confirmaram que a morte do menino de 13 anos está diretamente relacionada ao assassinato de Heddy Lamar de Araujo, em setembro.
A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou que o menino morreu após ficar sozinho e sem cuidados.
Segundo a polícia, Heddy, 44 anos, saiu logo pela manhã do apartamento onde o casal morava junto, deixando Bernardo sozinho e trancado lá dentro.
Imagens de câmeras de segurança mostram a mãe reservando uma carona pelo aplicativo e viajando para uma área próxima a Risoleta Neves Hospital na cidade brasileira de Belo Horizonte.
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Heddy foi conhecer Bruno Alexandre Ferreira, 37 anos, com quem namorou por dois anos, antes de levá-la para um terreno baldio na região de Nova York, na cidade de Vespasiano.
A polícia alega que Heddy foi então assassinado, morrendo por asfixia.
O corpo dela também foi encontrado com ferimentos causados por objetos cortantes, segundo a polícia, trata-se de um homicídio doloso.
O corpo de Bernardo foi localizado após Heddy ser identificado e entrar no apartamento, porém já era tarde.
Quando a polícia entrou no apartamento, no dia 3 de outubro, o menino já estava morto.
Os investigadores determinaram que a fome e a desidratação foram a causa da morte de Bernardo.
Em média, uma pessoa pode sobreviver cerca de três dias sem água.
A polícia prendeu Ferreira no dia 18 de dezembro em Santa Luzia.
Desde então, ele foi indiciado por feminicídio em conexão com a morte de Heddy e assassinato por omissão na morte de Bernardo.
A polícia acusou Ferreira de saber que Bernardo era totalmente dependente de Heddy, mas ele negou as acusações.
Os investigadores disseram que ele fez declarações conflitantes desde então.
Ferreira permanecerá sob custódia policial enquanto seu caso tramita no tribunal.



