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um empate rasteiro com assobios em La Paternal

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Os tempos mudaram em La Paternal. Já não é cantado “futebol e toque” porque os argentinos perderam a magia. Não há nem um pouco Globetrotters. O time é cheio de boas intenções, é o que mais chuta a gol na Liga Profissional com média de 16 chutes por jogo, mas não vence. Ele mal venceu um dos últimos seis. E as decepções se acumulam. Por isso a despedida é cheia de assobios. Os resultados da Copa Argentina e da Libertadores pesam no espírito coletivo.

Já Rosário Central marcha em ritmo redobrado. Sem Angel Di María, lesionado, alcançou Juan Agustín García e Boyacá com a velocidade da vitória no clássico e no conjunto. Sofreu alguma ansiedade no primeiro tempo, quando Jorge Broun teve trabalho, mas o rival se desgastou no segundo tempo. Depois apareceu a tenacidade dos defesas-centrais e se não fosse Brayan Cortés teria viajado até Arroyito a bordo de mais um triunfo.

O primeiro tempo mostrou um duelo de estilos, com mais posse de bola por parte da equipe de La Paternal, onde a pressão contra a pressão prevaleceu primeiro. Aos 48 segundos, após um erro não forçado na largada, Jorge Broun começou a encarnar a figura ao cobrir o um contra um contra Hernán López Muñoz. Na jogada seguinte, Jaminton Campaz cobrou falta, Enzo Giménez atacou, mas errou e o chute saiu por cima da trave.

Ficou claro desde o início que se desenvolveria um vaivém frenético, mas o Argentinos teve um fluxo de jogo maior graças aos pés bons de seus meio-campistas. Ele precisava refinar a parceria na esquerda, com Sebastián Prieto e Diego Porcel tentando pegar as costas de Giménez e explorar a lacuna lateral no esquema de três zagueiros.

A equipe local mostrou dinamismo, mas faltou gols. E quando ele acertou entre os postes, Broun avançou para controlar. O veterano guarda-redes visitante bloqueou mais dois remates de López Muñoz, aquele que mais tentou. Tomás Molina também tentou de meia distância com o atacante número um e a bola saiu bem alta.

O Rosário Central foi comprimido quando o Argentinos atacou e levantou rapidamente com pouca bola ou com a boa aparência de Alejo Véliz. O mais óbvio foi um lançamento longo que Campaz controlou nos intervalos, mas foi recebido por uma boa resposta de Brayan Cortés, que bloqueou o remate de pé esquerdo do colombiano.

Depois dependeu de alguma diagonal de Julián Fernández, canhoto pela direita ao melhor estilo Di María mas sem a seriedade do meio-campista campeão mundial. Ao tentar superar a zona nevrálgica, conheceu Federico Fattori.

Na segunda parte, Rosário Central foi mais nítidomesmo sem ter tanta bola. Cortés se destacou inicialmente contra Campaz e Giménez. Depois, Jorge Almirón tentou organizar o time com algumas mudanças, armou-se com quatro no fundo, mas não explodiu no contra-ataque. Nicolás Diez mexeu no banco, mas nada funcionou. E a resposta das arquibancadas foi eloqüente. O torcedor não fica feliz e dá a conhecer.

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