“Cada dia que passa é um dia a menos para saber tudo.”

Depois de mais de doze meses, ele jogou sua última partida Álvaro Aguado Decidi conversar. Um ano foi marcado por incertezas e turbulências pessoais após uma investigação sobre um alegado abuso sexual de um funcionário do RCD. Espanhol Vale ressaltar que, segundo fontes judiciais, o processo de obtenção de resultados não foi concluído e o julgamento oral não está sendo aberto. Portanto, não é correcto que a acusação tenha feito qualquer pedido antes de 14 de Maio. A acusação ainda não fez qualquer pedido e a última ordem mostra que o processo pode ter sido arquivado.

Aguado está quebrando o silêncio após um apelo de nove anos por acusações de agressão sexual

O meio-campista de John, atualmente sem equipe após o término do contrato com o clube catalão, no dia 30 de junho, publicou nesta quinta-feira um vídeo nas redes sociais para defender sua versão e provar sua presunção de inocência. Aguado, 30 anos, explica: “Depois de tudo o que passamos e de uma semana de reflexão sobre as notícias recentes, sinto que é hora de falar. Ficar em silêncio também tem consequências”. “Há um ano minha vida parou repentinamente e desde então não consigo exercer minha profissão devido a uma acusação gravíssima”.

O jogador de futebol fala com franqueza, sem mediação, com a segurança de quem acredita que a verdade chegará ao processo judicial. Aguado insiste que muitas das informações divulgadas publicamente não refletem os fatos tal como aparecem no caso. “Não diz o que as testemunhas directas viram, nem as inconsistências e lacunas inexplicáveis ​​no depoimento da queixosa, nem as inconsistências entre a sua versão e a das testemunhas, nem os relatórios médicos iniciais que comprovam que não houve sequer vestígios de agressão.

Além da sua defesa pessoal, o ex-jogador aponta para um debate mais amplo sobre a responsabilidade da sociedade em identificar alguém antes de o tribunal emitir uma sentença. Ele reflete: “Para aqueles que estão sem mim, só espero que nunca tenham que passar por algo assim. O medo, a vergonha, a raiva, a pobreza e a dor são tão grandes que ninguém merece vivenciar isso”. Aguado insiste que tais processos podem minar a luta legítima das mulheres que estão sob ataque e merecem protecção, credibilidade e respeito.

Olhando para o futuro

O jogador de futebol sabe da importância da família e do apoio próximo durante este ano: a sua esposa, a sua filha, o seu irmão e outros familiares estiveram juntos em cada passo do caminho, mesmo com ajuda psicológica profissional para gerir a situação. “Cada dia que passa é um dia a menos para dar conta de tudo e poder começar a restituir o que me foi tirado injustamente”, finalizou. Mantêm o espírito combativo e acreditam que o processo judicial esclarecerá a verdade.

A mensagem de Aguado é clara: perde-se um ano inteiro de corridas, um tempo insubstituível para um atleta em plena maturidade, mas a determinação e a fé na sua inocência continuam a ser, diz ele, a sua melhor defesa. O seu depoimento, tal como o apresenta, convida-nos a refletir sobre os limites da opinião pública e o impacto que as acusações podem ter nas vidas e nas carreiras, enquanto a justiça segue o seu curso.

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