O Irã comemorou na quarta-feira o 47º aniversário da Revolução Islâmica de 1979, enquanto o sistema clerical do país continua sob pressão, tanto do presidente dos EUA, Donald Trump, quanto da raiva popular pela sangrenta repressão de Teerã aos protestos em todo o país.
Durante uma cerimónia, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, pediu desculpas “às pessoas afectadas” pelos protestos e pela repressão sangrenta que se seguiu, ao mesmo tempo que condenou a “propaganda ocidental” não especificada em torno dos protestos.
“Sentimos vergonha e é nosso dever ajudar todos os que foram afetados por estes acontecimentos”, disse Pezeshkian. Ele acrescentou: “Não buscamos confronto com o povo”.
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