Em testes de laboratório, camundongos projetados para carregar a mutação mostraram mudanças dramáticas no comportamento, como a forma como interagiram com outros camundongos após serem injetados com os genes modificados.
A equipe de pesquisa Snijders, com sede em Xangai, está explorando maneiras de tratar a síndrome de Blok-Campeau, uma condição rara do neurodesenvolvimento.
A síndrome foi descrita pela primeira vez em 2018 pelos cientistas Lot Snijders Block, da Radboud University, na Holanda, e Philip Campeau, do Baylor College of Medicine, no Texas.
É caracterizada por uma série de sintomas, incluindo problemas de desenvolvimento e de fala, deficiência intelectual, características faciais distintas e anomalias estruturais do cérebro. Também ocorre frequentemente com transtorno do espectro do autismo.
Devido à sua origem complexa e à dificuldade de atingir os mecanismos subjacentes, não existe um tratamento eficaz, o que representa um pesado fardo para as crianças afetadas e suas famílias.



