Início NOTÍCIAS A CGT definirá seu programa de luta nesta sexta-feira após avançar nas...

A CGT definirá seu programa de luta nesta sexta-feira após avançar nas reformas trabalhistas

32
0

Eles se reúnem às 11h na sede, na Via Azupardo. O sindicato enfrenta um conflito estratégico interno entre a ala dialógica, que busca negociações, e a ala militante, que promove a paralisação imediata das atividades.

esse Sede histórica Confederação Geral do Trabalho (CGTLocalizado na Rua Azupardo, Esta sexta-feira, às 11 horas, será o foco de uma decisão que determinará o pulso político das próximas semanas.

Clique aqui para entrar no canal WhatsApp do DIARIO PANORAMA e manter-se informado

ele A diretoria do sindicato foi formada com uma urgência ditada pela agenda legislativa: iminente Lidando com reformas trabalhistas No Senado do país nesta sessão, Liderança sindical Deve decidir se aprofundará o plano de luta através de uma greve nacional ou de uma mobilização de massas. O dia do debate no local

Como a agência foi informada Notícias da Argentina, O debate interno reflecte um claro fracasso estratégico. Por um lado, uma seção chamada “conversa” ou de “gordinhos” e “independentes” – representados por figuras como Heitor Dir (Secretário Geral e Chefe da Saúde) e Geraldo Martinez (Secretário de Relações Internacionais e Presidente da UOCRA) – Nas últimas semanas, ele priorizou a estruturação das redes políticas. Sua estratégia está focada em fazer lobby junto a governadores e senadoresProcurar Introduzir correções técnicas para um projeto que Impacto reduzido nos salários Grupos trabalhistas

no lado opostoa facção mais militante, liderada por Pablo Moyano (Secretário geral e representante dos caminhoneiros) E é apoiado pelos sindicatos de trânsito e por ambos os lados da CTAalguém afirma Cessação imediata das atividades. Para estes setores, a via parlamentar é insuficiente contra o que consideram um avanço irreversível nas conquistas históricas do movimento operário argentino.

O pano de fundo de uma resistência histórica

A possibilidade de uma greve geral durante o debate legislativo não é um recurso novo, mas uma ferramenta de pressão que definiu as crises institucionais das últimas décadas. As memórias do sindicato evocam os acontecimentos em que a mobilização popular foi a última barreira para conter os projetos de flexibilização trabalhista.

Em 2000, sob a chamada lei Banelco, no governo de Fernando de la Roa, foram promovidas reformas trabalhistas em meio a um escândalo de suborno no Senado. A oposição CGT da altura, também com um forte papel nos transportes, liderou greves gerais que acabaram por minar a legitimidade do executivo.

Em Dezembro de 2017, sob a administração de Mauricio Macri, os esforços para impulsionar as reformas laborais após a aprovação da reforma das pensões levaram a dias de intensa violência em frente do Congresso e a greves nacionais que forçaram o governo no poder a retirar o projecto da mesa parlamentar.

Em janeiro de 2024, na última etapa, a CGT já demonstrou a sua capacidade de reagir com uma greve nacional apenas 45 dias após a tomada de posse do novo governo, estabelecendo um recorde histórico de rapidez no exercício do poder contra o governo recém-eleito.

A decisão do Conselho de Administração desta sexta-feira dependerá em grande parte da análise da lealdade dos blocos provinciais na Câmara Alta. Apesar dos esforços diretos, o apoio dos líderes peronistas não tem sido unânime, criando uma atmosfera de incerteza sobre o real alcance das negociações.

Se a CGT optar por uma greve total, o conflito sindical voltará a ficar em evidência não apenas como uma exigência sindical, mas como um ator importante no equilíbrio do poder nacional. A definição de hoje determinará se o sindicato continuará a ser uma conversação política ou se assumirá um papel de vanguarda na resistência social às reformas estruturais do partido no poder.

Source link