Pequim deve aumentar o investimento na educação infantil e na aprendizagem ao longo da vida, à medida que a IA remodela o maior mercado de trabalho do mundo, afirmou um proeminente economista chinês.
“A sua capacidade de permanecerem empregáveis e até de adiar a reforma depende da participação contínua no mercado de trabalho, razão pela qual a formação para trabalhadores mais velhos tem elevados retornos sociais”, acrescentou Cai.
A educação já não pode ser vista simplesmente como um investimento familiar privado que visa dar a uma criança uma vantagem sobre outra. De acordo com Cai, tornou-se um imperativo social garantir que a próxima geração possa resistir e adaptar-se às perturbações trazidas pela IA.
Com as previsões globais a preverem mudanças massivas na força de trabalho e os estudos nacionais a mostrarem que a IA está a mudar – e não apenas a substituir empregos – o ritmo final do mercado de trabalho dependerá da eficácia com que os decisores políticos gerirem a transição, afirmam os especialistas.



