Usando microscópios eletrônicos de alta resolução, uma equipe da Universidade de Jilin, no nordeste da China, detectou tubos ultrafinos do tamanho de um canudo em amostras coletadas pela missão.
Os pesquisadores disseram que as estruturas provavelmente se formaram sob condições extremas criadas conjuntamente por impactos de micrometeoritos, exposição ao vento solar e atividade vulcânica antiga.
Embora se tenha descoberto que os nanotubos de paredes múltiplas se formam naturalmente como resultado de fenómenos naturais, como incêndios florestais ou núcleos de gelo, houve um longo debate sobre se os nanotubos de carbono de parede única podem formar-se naturalmente.
Produzi-los em laboratórios exigiu temperaturas e catalisadores especialmente controlados, mas as descobertas da equipe chinesa, publicadas on-line no mês passado na revista Nano Letters, resolveram o debate.



