Um ponto comum em cada um deles é que os parafusos das empresas chinesas na Europa vão ficar mais apertados.
Combinadas, as propostas reflectem preocupações sobre a capacidade do bloco de competir com a queda dos preços e com produtos chineses de qualidade cada vez maior, preocupações crescentes de segurança em torno do investimento chinês e uma urgência renovada de fazer algo sobre ambos.
A Lei do Acelerador Industrial, proposta com grande alarde, é uma bomba política que destrói décadas de restrições ao comércio livre e à economia laissez-faire.
Pretende aumentar a quota da indústria transformadora na economia da UE de 14,3% em 2024 para 20% até 2035. Estima-se que os volumes de produção diminuam cerca de 20% a partir de 2019, sendo grande parte desta perda para a China.
O chefe da indústria da UE, Stéphane Sejourne, apelou a mudanças drásticas.
“O que estou falando com você não é apenas uma mudança na nossa abordagem – é na verdade uma mudança na ideologia. É algo que era inimaginável há alguns meses”, disse Sejourn numa conferência de imprensa em Bruxelas.



