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A forte defesa de Axel Kisilov do acordo de Xavier Miley com Donald Trump POLÍTICA El Intransigente

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Governador da província de Buenos Aires,Axel Kisilovlançou fortes críticas ao recente acordo assinado entre o governo iraniano Xavier Miley e os Estados Unidos. Durante uma entrevista em C5NO presidente afirmou que o documento não era um verdadeiro acordo bilateral, mas sim um “tratado de adesão” assinado por alguém sem negociar quaisquer benefícios. Argentina.

Kisilov Aproveitou também para refutar anúncios oficiais sobre supostos benefícios para o setor agrícola. Ele prometeu vender mais carne para Estados Unidos da América Isto é mentira, porque este ponto nem sequer consta do texto do acordo.

Construindo um substituto federal para 2027

A nível político, o governador enfatizou a importância da renovação de poderes no país Partido orientado para a justiça (PJ). Kisilov afirmou que é necessário criar uma alternativa política que devolva a esperança às pessoas que hoje estão desiludidas ou irritadas. Pretende trabalhar uma proposta ampla envolvendo governadores, prefeitos e diversos setores sociais para mostrar que “há outro caminho”.

Por outro lado, Kisilov mostrou um nítido contraste entre a sua administração e a administração nacional em termos de obras públicas. Ele condenou que o presidente Miley interrompeu mais de 1.000 empregos na província, enquanto Buenos Aires continua com projetos estratégicos como a rodovia Rota 11 e a construção de escolas.

Kisilov defendeu a indústria nacional

Quanto ao modelo económico, o governador foi inflexível ao definir o plano de Miley como o “plano de aniquilação” da indústria argentina. Criticou que o governo nacional estava abrindo as importações indiscriminadamente, o que destruiria os esforços de gerações de argentinos. Para o governador, o ministro Luís Caputo Atua de forma “antiindustrial” ao não promover a produtividade local.

Por fim, o presidente comparou as relações da Argentina com o mundo sob a liderança de Miley e de figuras como Donald Trump. Questionou a abordagem do presidente da Argentina e quis seguir o exemplo de países como o Brasil ou o México que mantêm a sua dignidade perante as potências.

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