A Antrópico entrou com uma ação na segunda-feira para impedir o Pentágono de colocá-lo em uma lista negra de segurança nacional, aumentando a batalha do laboratório de inteligência artificial com os militares dos EUA sobre as restrições ao uso de sua tecnologia.
A Antthropic disse em seu processo que a designação era ilegal e uma violação de seus direitos à liberdade de expressão e ao devido processo legal. A petição, apresentada no tribunal federal da Califórnia, pedia ao juiz que invalidasse a designação e impedisse que as agências federais a aplicassem.
“Essas ações são sem precedentes e ilegais. A Constituição não permite que o governo use seu vasto poder para punir uma empresa por seu discurso protegido”, disse a Anthropic.
O Pentágono atribuiu uma designação formal de risco à cadeia de abastecimento da Antrópico na quinta-feira, limitando o uso de tecnologia que uma fonte disse estar sendo usada para operações militares no Irã.
O secretário de Defesa, Pat Hegseth, nomeou a Anthropic depois que a startup se recusou a remover as proteções contra o uso de sua IA para armas autônomas ou vigilância doméstica. Os dois lados estiveram em negociações cada vez mais controversas sobre estas fronteiras durante meses.
Autoridades da Antrópica disseram que o processo não impede a retomada das negociações com o governo dos EUA e a chegada de um acordo. A empresa disse que não quer brigar com o governo dos EUA.



