A transferência de baterias Patriot da Península Coreana, juntamente com relatos de que partes do sistema anti-míssil THAAD também estão em movimento, não afectaram directamente a presença militar dos EUA nas Filipinas.
Mas o incidente forçou uma questão que Manila não precisa de fazer em voz alta: se os activos dos EUA podem deixar a Coreia do Sul, porquê ancorá-los em qualquer lugar?
Os analistas dizem que a resposta revela muito sobre a natureza da aliança dos EUA na Ásia e os limites daquilo que os parceiros do tratado podem realmente exigir.
Presidente da Coreia do Sul Lee J. Myung confirmou na terça-feira que Seul se opôs formalmente à transferência – e não conseguiu bloqueá-la.
“Expressámos a nossa oposição às forças dos EUA que transferem para cá algumas baterias de defesa aérea para as suas necessidades militares”, disse ele.



