A mídia estatal iraniana confirmou a morte de Khamenei no domingo e anunciou 40 dias de luto, classificando o assassinato como um momento decisivo para a república islâmica que ele liderava desde 1989.
O primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, condenou o extremismo e apelou a um cessar-fogo imediato, concentrando-se no conflito mais amplo e não em Khamenei pessoalmente.
“Os ataques israelitas ao Irão, e a acção militar dos EUA que os acompanham, levaram o Médio Oriente à beira do colapso”, disse Anwar num comunicado no sábado.
Ele chamou o lançamento de ataques por Israel de “uma tentativa cínica de sabotar as negociações em curso e arrastar outros países para um conflito que pode ser impossível de superar”, instando os EUA e o Irão a encontrarem uma solução diplomática sem “duplos pesos e duas medidas”.
Anwar disse também que a Malásia está a monitorizar a segurança dos seus cidadãos no Irão e noutros locais da região.



