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A nova era de segurança da China em África: protegendo activos, protegendo cidadãos da República Democrática do Congo à Somália

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Vivendo em contentores sob a sombra constante do terrorismo, os diplomatas chineses na Somália representam a linha da frente extrema de uma era nova e agressiva. A política externa de Pequim.

Durante uma videochamada com funcionários da embaixada chinesa em Mogadíscio, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, referiu-se às “complexas e graves ameaças do terrorismo”, usando a situação do país devastado pela guerra como um lembrete claro da razão pela qual a China está a repensar a forma como protege os seus cidadãos e interesses.

Wang lembrou como, menos de um ano após a reabertura da embaixada em 2014, sofreu um ataque terrorista, resultando na morte e ferimentos de funcionários da embaixada. A embaixada estava fechada desde 1991 devido à guerra civil somali.

A situação instável na Somália, que se tornou ilegal após a derrubada do ditador militar Mohamed Siad Barre em 1991, é agora uma realidade em muitos países africanos.

Durante décadas, Pequim confiou nos países anfitriões para garantir a segurança dos seus cidadãos ou recorreu a evacuações de emergência, como se viu na Líbia e no Sudão.

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