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Ao nomearem responsáveis ​​políticos para o Tibete, os EUA estão a olhar para a China, para os seus grupos minoritários ou para o comércio?

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Os Estados Unidos nomearam um novo funcionário para supervisionar a sua política em relação ao Tibete, uma medida que, segundo analistas, sinaliza o interesse de Washington em resolver as questões com Pequim.

A nomeação surge no contexto dos cortes do presidente dos EUA, Donald Trump, na ajuda externa e na defesa global, bem como numa distensão estratégica com Pequim.

Em 17 de Fevereiro, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou que Riley Barnes, Secretário Adjunto para a Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, assumiria o papel de Coordenador Especial dos EUA para Questões do Tibete, um papel determinado pela Lei de Política do Tibete de Washington.

O anúncio veio na véspera do Ano Novo Tibetano, Lucer.

Um ano após o início do segundo mandato de Trump, a nomeação contrasta fortemente com o seu primeiro mandato – quando Chamado Robert Destro. Apenas para o cargo em outubro de 2020, faltam apenas três meses para Trump deixar o cargo.

A nomeação de Barnes ocorre num momento delicado, poucas semanas antes da viagem agendada de Trump à China para se reunir com o presidente Xi Jinping em abril.

Observadores consideram Trump relativamente indiferente às questões das minorias étnicas da China Pouco apetite por conflitos ideológicos com Pequim. Isto é especialmente verdade durante o seu segundo mandato, que assistiu a um aumento nas disputas comerciais e tecnológicas.

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