O ex-ministro explicou por que deixou o cargo, apontou reformas que gostaria de fazer e negou a corregedoria do ministério.
Ex-Ministro da Justiça Mariano Cuneo Libarona Ele mencionou sua saída do governo neste sábado e garantiu que foi durante sua gestão “Alguns casos pendentes”Incluindo a cobertura de vagas no Judiciário. Em entrevista em Rádio com vocêEste ex-funcionário afirmou que esta era uma das suas prioridades Prossiga com as nomeações judiciaiso que acabou por não se concretizar.
Clique aqui para entrar no canal DIARIO PANORAMA WHATSAPP e manter-se informado
Ele disse: “Algumas questões importantes ficaram pendentes, a mais importante delas foi o preenchimento da vaga no judiciário. Existem quase 300 vagas não preenchidas. entre juízes, promotores e advogados de defesa, situação que depende de acordos políticos e parlamentares.
Se não houver acordo no Congresso, não poderemos prosseguir com as nomeações.Enfatizou que esta é uma questão que acompanhará de perto com a cooperação dos novos responsáveis deste ministério. Cuneo Libarona também apontou outros projetos em que trabalhou durante sua gestão e que seus sucessores devem agora continuar.
Entretanto, foi destacada uma iniciativa de execução oral em processos civis e comerciais com o objectivo de reduzir o tempo judicial. “Estamos a trabalhar num projeto de lei para estabelecer prazos muito rígidos e encurtar os processos muito longos”, explicou.
Mencionou ainda a intenção de modernizar o direito das sociedades comerciais, actualizando o quadro regulamentar e ampliando a liberdade contratual. “Ele “Agora aqueles que continuarem no ministério o seguirão”.ele afirmou.
O ex-ministro afirmou que apesar destas pendências, a maior parte das metas que traçou antes de assumir o cargo foram alcançadas. Eu tinha planos a partir de setembro de 2023 e praticamente tudo foi alcançado. O ministério foi instruído E também o campo dos direitos humanos.
O desgaste da posição e da saúde é uma prioridade
Cuneo Libarona também falou do esgotamento pessoal de seu tempo no governo, explicando que sua decisão de deixar o cargo estava relacionada a questões pessoais. “Estou velho e preciso de tempo para viver minha vida Para ver meus filhos e netos.”
O ex-funcionário revelou ainda que o ritmo de trabalho lhe causou graves danos físicos. Perdi 14 quilos. O estresse é um poder tremendo. Acordei às quatro da manhã, caminhei, dormi mais uma hora e recomecei o dia.
Ele disse que agora busca priorizar sua saúde. “A primeira coisa que fiz quando saí do governo foi marcar uma consulta para fazer uma ressonância magnética“, comentou.
Apesar da saída, ele negou qualquer interferência interna no governo
Durante a entrevista, ele também rejeitou versões jornalísticas de supostas tensões dentro do ministério, principalmente com o ex-secretário adjunto Sebastian Amerio. “Não há interior. “Alguém se dedicou a instalar essa imagem, mas isso é completamente falso”, disse ele.
Conforme ele explicou, ambos tinham funções diferentes na gestão. “Tinha um trabalho muito importante no Conselho Judicial e de ligação com a Casa Rosada. Tínhamos funções claras e uma relação cordial”, assegurou.
Cuneo Libarona também destacou a relação que mantém com o presidente Xavier Miley, que defendeu a independência judicial durante sua gestão. O presidente me perguntou algo muito claro: Respeito absoluto pela independência da justiçafoi realizado.
A este respeito, ele afirmou: “Nunca perguntei a nenhum juiz por nenhum motivo.”O ex-ministro, embora tenha renunciado, garantiu que continuará a trabalhar informalmente com o governo.
“Continuarei a ajudar como consultor se for consultado. Quero que o governo tenha um bom desempenho”, disse ele. “Se o governo funciona bem, a justiça funciona bem”concluiu.



