Início NOTÍCIAS Após pressão, o governo recuou cortando salários por motivo de doença.

Após pressão, o governo recuou cortando salários por motivo de doença.

23
0

ele Governo de Xavier Miley Decidiu na terça-feira retirar o artigo 44 da reforma trabalhista, que causou divergências com a oposição unida. Esta decisão implica que o salário não sofrerá alteração caso o trabalhador se afaste por problemas de saúde. A ação inicial buscou reduzir salários no período licença médicamas a forte rejeição de diferentes setores políticos mudou os planos.

Esta decisão foi tomada após a reunião chave do Ministro do Interior. Diego Santillie presidente da Câmara dos Deputados Eu sou Martinho. Os líderes libertários também participaram da reunião para analisar o cenário eleitoral antes da reunião da próxima quinta-feira. O principal objectivo deste retiro foi garantir o consenso necessário para aprovar o resto da legislação sem entraves.

Esta segunda-feira é a mesma coisa Patrícia Bolrich Concluiu que houve um “erro” na redação da norma ao não fazer a distinção necessária entre doenças leves e muito graves. Devido à falta de proteção legal, o Poder Executivo preferiu manter os benefícios dos trabalhadores tal como trabalham atualmente.

As críticas aos aliados forçaram o governo a se render

Bloco PRO, liderado Christian Ritondofoi um dos primeiros a levantar a bandeira contra os cortes salariais. O deputado garantiu nas redes sociais que a melhor forma de conseguir a modernização da legislação laboral é justamente abolir a legislação laboral. Artigo 44.º.

Por sua vez, o governador de Salta, Gustavo Sanzfoi muito franco na defesa dos funcionários em suas redes sociais. O Presidente manteve esta “Ninguém escolhe ficar ferido ou doente.” E votar a favor foi um ato imprudente que atingiu diretamente o bolso das pessoas em tempos difíceis. Os delegados que responderam à sua província já anunciaram que não votarão a favor do plano se essa disposição se mantiver.

Seu vice se manifestou nesse sentido Oscar Zagodo bloco o meioque pediu para não votar a lei “com gabinete fechado”. O parlamentar enfatizou que embora seu espaço queira modernizar o sistema trabalhista, ele não está disposto a aceitar um ajuste que retire direitos básicos à saúde. Esta rejeição total dos setores vizinhos, que costumam apoiar o governo, acabou por enterrar a iniciativa original.

Os mais ferrenhos opositores também alertaram para o impacto da medida, apontando que a dedução do salário dos doentes é “desumana”. Foi sugerido que, se os cortes fossem implementados, muitos doentes crónicos ou pacientes com doenças transmissíveis suspenderiam os cuidados para não perderem dinheiro, criando um grave problema de saúde pública.

Com esse panorama, as reformas trabalhistas irão para votação na Câmara dos Deputados sem as polêmicas reformas das licenças médicas. O partido no poder aceitará alterações propostas pelos seus aliados para garantir que a lei seja enviada de volta ao Senado para aprovação no final de fevereiro.



Source link

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui