Incluídos no veto estavam 4,57 bilhões de pesos alocados para a Estratégia Abrangente para Regiões Automotivas (CARS) e o programa de Revitalização da Indústria Automotiva para o Aumento da Competitividade (RACE), ambos destinados a incentivar a produção local de veículos.
No âmbito dos Carros, os fabricantes têm de produzir pelo menos 200.000 unidades de um modelo registado ao longo de seis anos, enquanto o Race, que é visto como o sucessor do esquema Carros, exige que os fabricantes produzam 100.000 unidades de um modelo registado para se qualificarem para incentivos.
Grupos industriais alertaram que o veto prejudicaria os empregos e privaria os investidores que incluíram incentivos à produção local em projectos regionais de longo prazo, especialmente porque a mobilidade eléctrica nas Filipinas ainda depende da cadeia de abastecimento automóvel mais ampla.



