O impulso para a modernização surge após repetidos protestos da Malásia contra navios da guarda costeira chinesa que patrulham perto de activos offshore de petróleo e gás.
A marinha da Malásia deverá receber mísseis anti-navio e de ataque terrestre de fabricação norueguesa no próximo mês, de acordo com o Ministério da Defesa, juntamente com a entrega do sistema de mísseis anti-navio Atumka da Turquia.
O ministério descreveu a revisão como uma “abordagem faseada e sensata” numa resposta ao parlamento na semana passada, citando avaliações de plataformas de próxima geração – como o míssil de ataque naval Kongberg Defense e Aerospace – que prometem maior alcance, evasão de radar e melhor integração com redes de sensores avançadas.
A resposta veio depois de um legislador da oposição ter perguntado sobre os planos da Marinha para substituir os mísseis Exocet MM40 Bloco 2, que formaram a espinha dorsal da força de ataque marítimo da Malásia durante quase 29 anos.



