Petróleo e gás em queda livredepois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou ontem que a guerra no Oriente Médio terminará em breve. O WTI caiu 8,6%, para US$ 86,62 o barril. O Brent perdeu 9% para 90,14 dólares. O preço do gatilho também está caindo acentuadamente. Em Amesterdão, o índice TTF registou uma queda de 14%, para 48,67 por megawatt hora.
Os mercados bolsistas europeus encontrarão o caminho para o crescimento; ao lado das águas turbulentas das sessões anteriores. A perspectiva positiva é alimentada pelas palavras de Donald Trump e pela consequente queda no gás e no petróleo. Há também tensão na flexibilização das obrigações governamentais, enquanto na frente financeira o dólar perde terreno face às principais moedas internacionais. O Stoxx 600, índice que reúne as principais empresas listadas no Velho Continente, subiu 2,3%. Madrid (+3,2%), Frankfurt (+2,6%), Paris (+2%) e Londres (+1,8%) flexionam os seus músculos. Os preços dos conselhos são refletidos pelos bancos (+4%) e pelas seguradoras (+2,4%). Os setores de tecnologia (+3,2%) e luxo (+2,7%) tiveram um bom desempenho. Os automóveis tiveram resultados positivos (+3%), seguidos pela Volkswagen (+3,7%) e Renault (+2,1%), com novos designs e modelos. Uma sessão positiva para os serviços públicos (+2,1%), com o preço do gás a cair 14% para 48,67 moedas por megawatt hora. No plano bolsista, o sector energético caiu (-1,9%), com o WTI a cair 8,6% para 86,62 o barril, e o Brent a cair 9% para 90,14 dólares. Os rendimentos das obrigações governamentais estão a cair, na sequência dos receios de um aumento da inflação e de subidas das taxas de juro. O spread entre os BTP e o Bund é de 70 pontos base, com o rendimento das obrigações italianas a dez anos em 3,55 por cento.
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