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Bournemouth: Por que o novo atacante do Brasil tem potencial para se tornar ‘um dos melhores do mundo’?

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Sua decisão de ingressar no Bournemouth gerou polêmica no Brasil, onde há a sensação de que ele estava destinado a um clube maior.

Mas foi um movimento cuidadosamente considerado.

Ryan sempre insistiu que deseja ter uma longa carreira na Europa. Ele até consultou o ex-Liverpool e Barcelona Philippe Coutinho, que agora está de volta ao Vasco.

“Eu peço muito a ele (Coutinho). Alguns jogadores vão para a Europa, mas voltam direto. Então eu falo: ‘Coutinho, me ajuda. Eu também quero fazer meu nome'”, disse ele à Globo.

Em última análise, tudo se resumirá à rapidez com que ele poderá se ajustar ao novo ambiente.

“Os jogadores do Rio às vezes podem ser menos abertos à adaptação”, diz Almeida. “Muitas vezes querem manter aquele estilo de vida carioca – praia, arroz e feijão, rotina tranquila.

“Será interessante ver se ele está pronto para dar esse passo e espero que um clube como o Bournemouth seja um cenário bem-vindo”.

Ryan marcou mais gols no campeonato brasileiro em 2025 (14) do que o jovem brasileiro Estevão do Chelsea (13 em 2024), Andric do Real Madrid (11 em 2023), Rodrigo (oito em 2018) ou Vinays Júnior (quatro em 2018).

Não foi nenhuma surpresa quando seu nome começou a ser citado no caso da convocação do Brasil no ano passado. Mas o técnico Carlo Ancelotti o deixou de fora do time.

Por mais que ninguém duvide de suas habilidades, ele ainda tem muito espaço para melhorar.

“O seu envolvimento no desporto varia muito”, diz um importante olheiro europeu que o segue de perto, falando sob condição de anonimato para proteger a relação.

“Ele às vezes desliga. Às vezes, quando tem que competir, ele não o faz. Mesmo sendo grande, ele não é tão físico quanto poderia ser.

“Voltar para ajudar os laterais, pressionar… essas demandas do futebol moderno são áreas onde ele ainda está atrás. Mesmo no Vasco, as pessoas exigiam dele mais intensidade, para aumentar seu ritmo e aumentar seu ritmo de trabalho”.

Ryan também tem que lidar com a pressão de ser o próximo Esteveau.

Eles jogaram juntos na Copa do Mundo Sub-17 de 2023 em um time que incluía Waiter Rice do Manchester City, Pedro Lima do Wolves e Kava Elias do Shakhtar Donetsk.

Almeida conclui: “Acho que a comparação com o Estêvão vai ser inevitável, porque muitas vezes a expectativa é encontrar um novo Estêvão”.

“Esteveo é provavelmente o melhor jogador que já trabalhou na academia em sua carreira. E Ryan tem muito potencial. Acho que ele pode atingir um nível muito alto em um dos grandes clubes da Inglaterra, e ele conseguiu.”

Agora ele tem que provar isso em Bournemouth. Talvez não seja um problema para alguém que é elogiado desde os 11 anos.

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