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Charles Oliveira critica ‘briga chata’: ‘É ciúme’

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Charles Oliveira rejeitou fortemente as alegações de que sua vitória pelo título do BMF sobre Max Holloway no UFC 326 foi “chata”, descartando as críticas de outros lutadores como inveja e defendendo o plano de jogo que levou a uma vitória dominante em cinco rounds. Numa nova entrevista, ele brincou dizendo que os críticos podem dizer-lhe antecipadamente que arte marcial querem ver, porque se vencer ainda não for suficiente, ele sente que não há mais nada que possa fazer.

Assistiu ao UFC 326 em Las Vegas oliveira E Holloway deixou para trás uma rivalidade que começou em 2015, dessa vez pelo cinturão da BMF na luta principal. O brasileiro assumiu o controle logo no início, marcando quedas em cada round e transformando a luta em uma clínica de controle superior e agarramento em cadeia, ao mesmo tempo em que misturava trocação suficiente para manter Holloway na dúvida.

LAS VEGAS, NEVADA – 07 DE MARÇO: Charles Oliveira do Brasil derrota Max Holloway dos Estados Unidos durante a luta pelo título BMF na T-Mobile Arena em 07 de março de 2026 em Las Vegas, Nevada. (Foto de Sean M. Heaphy/Getty Images)

Oliveira arrastou Holloway repetidamente para o tatame, oferecendo posição avançada e caça, enquanto Holloway se concentrava na sobrevivência e na defesa, em vez de trocas prolongadas. Holloway teve seus momentos, incluindo uma breve reviravolta no quinto, mas lutou para montar um ataque consistente enquanto Oliveira se mantinha ativo, lutando por baixo e depois recuperando o controle.

Carlos Oliveira no UFC 326
LAS VEGAS, NEVADA – 07 DE MARÇO: (RL) Joe Rogan entrevista Charles Oliveira do Brasil após a luta pelo campeonato BMF durante o evento UFC 326 na T-Mobile Arena em 07 de março de 2026 em Las Vegas, Nevada. (Foto de Jeff Bottari/Zafa LLC)

Apesar do resultado unilateral, o clima dentro da arena ficou tenso com as vaias irrompendo durante a longa luta de chão. Muitos fãs e alguns lutadores online argumentaram que a luta pelo título do BMF deveria contar com trocas em pé estendidas e mais trocas de alto risco, apontando a luta anterior de Holloway com Justin Gaethje no UFC 300 como critério para o cinturão.

Vários nomes notáveis, incluindo Conor McGregor, Nate Diaz e Dean Hooker, criticaram publicamente Oliveira por se inclinar demais, questionando se o estilo se enquadra no rótulo BMF. Nas redes sociais, alguns telespectadores até sugeriram ajustar as regras do BMF em concursos futuros para incentivar concursos mais divertidos.

Charles Oliveira revidou.

Oliveira respondeu agora a essas críticas em entrevista a um veículo de comunicação brasileiro. Um olhar de lutaAmplamente compartilhado em plataformas sociais. Falando em português, ele argumentou que ninguém jamais dominou Holloway dessa forma, ressaltando que adversários anteriores que conseguiram quedas geralmente viram o havaiano voltar e retomar seus comícios de final de luta, sua marca registrada.

“Sinceramente, para lutadores, profissionais de verdade, falar que foi uma luta ruim… Acho que é ciúme. Acho que da próxima vez vou perguntar: Qual é o plano? Muay Thai? Judo? Kung Fu? Surfando? Porque se eu entrar lá, vencer a luta e ainda não for bom o suficiente, não há nada que eu possa fazer.”

Ele ressaltou que combinou trocação e luta agarrada em vez de confiar apenas no jiu-jitsu, alegando que acertou os melhores socos, criou as combinações mais eficazes e depois reforçou com quedas e controle estendido. Oliveira ainda disse acreditar que cada rodada poderia razoavelmente ter sido pontuada por 10-8 com base em seu nível de domínio.

Oliveira se dirige diretamente aos colegas profissionais, dizendo que quando os lutadores chamam esse tipo de atuação de “luta ruim”, ele vê mais inveja do que análise. Ele então diz a frase que ressoa com os fãs: Da próxima vez, ele brinca, ele pode perguntar antecipadamente se espera muay thai, judô, kung fu ou surf, porque se ele não estiver satisfeito depois de vencer, ele não sabe o que mais os críticos querem.

Por enquanto, Oliveira tem o cinturão da BMF e uma vitória clara no livro dos recordes, mesmo que a abordagem divida opiniões entre aqueles que preferem finalizações e brigas e aqueles que, como o brasileiro, se contentam em deixar o controle dominante falar por si.



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