Os pesquisadores criaram ligações quânticas entre átomos usando partículas únicas de luz, ou fótons. Ao comparar os estados dos átomos em cada extremidade, a equipe produziu sequências idênticas de 0s e 1s – a chave secreta compartilhada para criptografia.
O que diferencia esse experimento é que a abordagem, conhecida como distribuição de chaves quânticas independente de dispositivo (DI-QKD), ainda funcionaria com segurança mesmo se os dispositivos estivessem com defeito ou adulterados.
A segurança do método deriva do comportamento da mecânica quântica de átomos emaranhados e evita ameaças do mundo real que há muito desafiam os sistemas de comunicação quântica.
Os pesquisadores escreveram que o DIKKD só havia sido demonstrado anteriormente em curtas distâncias em laboratório, acrescentando que seu estudo “ajudou a fechar a lacuna entre os experimentos em princípio e as aplicações no mundo real”.



