Os ataques começaram no sábado, depois que as negociações nucleares entre Washington e Teerã foram paralisadas e as tensões aumentaram. O líder supremo do Irão, o aiatolá Ali Khamenei, o clérigo de 86 anos que dominou o sistema político da república islâmica durante quase quatro décadas, foi morto nos ataques.
Teerão lançou então ataques retaliatórios contra alvos israelitas, bases e instalações dos EUA nos estados do Golfo.
Para a China, esta convulsão representa uma ameaça diplomática e exige cálculo estratégico.
Chen Guangmeng, reitor executivo da Academia de Estudos Internacionais e Regionais da Universidade de Estudos Internacionais de Sichuan, disse que a China não irá – e não precisa – abandonar a sua “diplomacia equilibrada” de longa data no Médio Oriente, mas deve adoptar um “equilíbrio estratégico” para se ajustar às ondas de choque causadas pela acção militar dos EUA.


