À medida que a influência da França diminui e com o fornecimento de armas russo limitado, surgiu um “vácuo militar” na África Ocidental e Central que os analistas dizem que a China está numa posição única para preencher.
Segue-se a uma onda de golpes militares em toda a costa desde 2020 – incluindo no Burkina Faso, no Mali e no Níger – que derrubaram as coligações tradicionais e os quadros de segurança, com as forças francesas a retirarem-se da região após uma longa campanha antiterrorista.
O relatório publicado no jornal da Administração Estatal de Ciência, Tecnologia e Indústria para a Defesa Nacional afirma que o “espaço militar” francês foi identificado como “fornecendo espaço para a expansão do comércio militar da China”.
O relatório também afirma que existem “alternativas de mercado” para armas chinesas na região, à medida que o uso de armas francesas e russas diminui.



