Em janeiro, James Zimmerman retornou à Câmara Americana de Comércio na China (AmCham China) como presidente. Anteriormente, ele atuou na função por quatro mandatos de um ano em 2007, 2008, 2015 e 2016. Advogado de formação e residente na China há 28 anos, Zimmerman testemunhou a ascensão da segunda maior economia do mundo, os desafios que enfrentou e a mudança na forma como os EUA fazem negócios.
Nesta entrevista, Zimmerman examina a perspectiva da próxima visita do Presidente dos EUA, Donald Trump, à China, discute as perspectivas de um acordo bilateral de comércio e investimento e alerta para os danos causados pelos controlos injustos às exportações.
Os negócios exigem certeza, previsibilidade e um sistema jurídico bem desenvolvido. Sem estes fundamentos, o mercado pode não ser passível de investimento, independentemente da geografia.
Vimos isto recentemente em discussões entre a Casa Branca e as empresas petrolíferas dos EUA, onde a avaliação da Venezuela foi muito negativa.
Fornece uma porta de entrada para o investimento empresarial, combinada com proteções de investimento sustentáveis e garantidas em um ambiente comercial e jurídico.



