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Governo definiu aumento salarial dos servidores públicos

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ele o governo O governo nacional definiu que nesta terça-feira será Aumento salarial para AutoridadesApós dois anos de congelamento, esta ação atingiu posições hierárquicas e procurou restaurar as receitas sem alterar o plano geral do governo.

O presidente Xavier Miley assinará um decreto que atualizará os direitos dos funcionários nacionais. Esta lei incluirá o presidente, vice-presidente, ministros, secretários e deputados. Além disso, após a conclusão dos trâmites administrativos, será publicado no jornal oficial na segunda sexta-feira de janeiro.

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Da Casa Rosada salientaram que o aumento salarial dos funcionários abrange todo o período sem aumentos anteriores. No entanto, especificaram que a recombinação não ultrapassaria os aumentos concedidos aos funcionários públicos através de joint ventures. Neste quadro, o poder executivo procurou manter um padrão único.

Atualização após dois anos de congelamento

No governo Xavier Miley Explicaram que os direitos hierárquicos perderam poder de compra desde o início do governo. A inflação acumulada foi elevada em 2024 e continuou ao longo de 2025. Por conta disso, o congelamento gerou reclamações internas e pedidos de revisão. O plano atual estabelece um salário bruto de quase quatro milhões de pesos para o presidente.

Impacto interno e critérios formais

O vice-presidente recebe cerca de 3,7 milhões e os ministros cerca de 3,5 milhões. Enquanto isso, professores e auxiliares recebem valores menores com base na escala. Por sua vez, fontes oficiais afirmaram que a suspensão afetou o funcionamento interno do Poder Executivo. Segundo eles, a falta de adequação complicou a manutenção dos equipamentos técnicos. Além disso, o fosso em relação ao sector privado aumentou em áreas-chave.

Esta resolução foi encerrada nas últimas horas com a presença da Secretaria-Geral e do Chefe da Casa Civil. A economia e a desregulamentação também participaram. Por fim, o executivo previu que a medida entraria em vigor em janeiro e não alteraria a política fiscal atual.

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