O Departamento de Educação emitiu na sexta-feira um código de conduta para escolas primárias e secundárias privadas, na sequência de relatos de má gestão – algumas alegadamente oferecendo cursos não autorizados e cobrando propinas aos pais sem aprovação.
O documento afirma que a agência pode emitir uma carta de aconselhamento ou advertência às escolas particulares que violarem o código. Também considerará casos anteriores de descumprimento, quando as operadoras solicitaram sua aprovação para pedidos de registro, subsídios governamentais e revisão e cobrança de taxas.
O documento afirma: “Se a gestão de uma escola for insatisfatória, o Secretário Permanente da Educação pode instruir a escola a tomar medidas corretivas”.
“Se a situação for grave, o Secretário Permanente da Educação poderá ordenar à escola a cessação do funcionamento da escola e/ou o cancelamento da matrícula escolar ou da matrícula provisória.”
A agência afirmou que tomaria medidas sérias contra escolas privadas envolvidas em casos de não conformidade ou atividades ilegais.
A agência disse que o documento estabelece requisitos básicos para boas práticas e será usado como “base de referência” para inspeções escolares.



