israelense Organizações não-governamentais soaram o alarme sobre o plano de colonização assinado pelo governo, que dizem que marcará a primeira expansão das fronteiras de Jerusalém para a Cisjordânia ocupada desde 1967.
Israel ocupa Jerusalém Oriental desde 1967 e posteriormente anexou-a, uma medida não reconhecida pela comunidade internacional.
Os palestinos Veja Jerusalém Oriental como a capital do seu futuro estado.
A proposta foi publicada no início deste mês em meio à crescente indignação internacional com as medidas para reforçar o controle israelense sobre a Cisjordânia, o que os críticos dizem que equivale a uma anexação de facto de terras palestinas.
O desenvolvimento planeado, anunciado pelo Ministério da Construção e Habitação de Israel, é formalmente uma expansão para oeste do assentamento Giva Benjamin, ou Adam, a nordeste de Jerusalém, na Cisjordânia.



