Em uma ação movida na quinta-feira no Distrito Oeste da Carolina do Norte, a Joe Gibbs Racing acusou seu ex-diretor de competição, Chris Gebehart, de compartilhar informações confidenciais e segredos comerciais com uma equipe concorrente.
A ação pede pelo menos US$ 8 milhões em indenização.
Gabehart passou 13 anos na JGR, incluindo uma longa passagem como chefe de equipe de Denny Hamlin e, mais recentemente, diretor de competição. Seu salário base no ano passado, antes dos bônus, foi de US$ 1 milhão, de acordo com o Motorsports.com.
Sua saída foi anunciada no final do ano passado, com a JGR acusando Gebhardt de planejar usar suas informações para ajudar a Spire Motorsports, que lhe ofereceu o cargo de diretor de automobilismo.
De acordo com o motorsport.com, a investigação da JGR descobriu que Gabe Hart configurou uma pasta em seu computador, compartilhada em seu armazenamento pessoal em nuvem, que continha detalhes da equipe, incluindo salários e avaliações de desempenho de pilotos, chefes de equipe e equipe de box.
A JGR alega que Gebhardt visualizou os arquivos enquanto finalizava sua saída da equipe no mesmo dia em que se encontrou com o coproprietário da Spire, Jeff Dickerson.
De acordo com o processo, “Até 10 de novembro de 2025, o Réu atuou como um dos líderes mais seniores da JGR no que diz respeito a todos os aspectos competitivos do negócio. Depois que o proprietário da JGR negou suas demandas por poderes adicionais, o Réu imediatamente iniciou um esquema descarado para roubar informações da JGR e usar a JGR para beneficiar mais diretamente a NASCAR – Spire Motorsports.”
O processo afirma que Gabe Hart se encontrou com o proprietário da JGR, Joe Gibbs, em 6 de novembro, no qual o ex-técnico da NFL “se recusou a dar carta branca ao réu autoridade sobre todas as decisões de corrida”.
Posteriormente, as partes começaram a negociar termos de indenização, com a JGR sustentando: “Sob esses termos, o réu teria sido autorizado a trabalhar para outra equipe da NASCAR, desde que concordasse em não solicitar funcionários e contratados importantes e cooperasse na devolução dos equipamentos e informações da JGR.”
No entanto, a JGR alega que Gabehart, “usando seu celular pessoal, tirou pelo menos vinte fotos da tela de seu laptop” contendo informações confidenciais, acrescentando: “O réu acessou e se comunicou com a pasta Spire em 12, 13, 15, 23, 25, 26, 27 de novembro. Dickerson.”
–Mídia em nível de campo



