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Juan Graboa teve como alvo o município de Quilmes

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ele Líder social Juan Grabois questionado Município de Quilmes depois Supressão Contra os trabalhadores informais conhecidos como “trapitos” e as relações obscuras com Mayra Mendozaexplicou por que decidiu intervir no conflito ocorrido naquela região da periferia de Buenos Aires.

Durante entrevista à rádio Con Vos 89.9, Grabois garantiu que não tinha conhecimento do conflito até sexta-feira e negou qualquer disputa política. Ele enfatizou que não quer confrontar o prefeito Mayra Mendoza E afirmou que não se beneficia com a escalada da tensão.

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Operação e responsabilidade política

Juan Graboa afirmou não poder confirmar se o município ordenou a operação, mas insistiu que sim. Segundo explicou, esta posição foi expressa entre meios de comunicação e autoridades após os acontecimentos registrados em Quilmes.

O líder da revolução observou: Existem certas limitações no campo político. Neste sentido, afirmou que a repressão aos trabalhadores e aos setores inferiores responde à lógica da direita e não deve ser utilizada como instrumento de gestão.

Além disso, enfatizou que o governo deveria priorizar o diálogo antes de recorrer à força. Assegurou que neste caso esses casos continuam abertos e a sua intervenção visa evitar o aprofundamento do conflito.

Reclamação presa e mensagem interna

Após os acontecimentos, Juan Graboa exigiu a libertação de uma mulher que foi presa durante os protestos. Descreveu-o como um preso político e enfatizou que ninguém deveria ser detido por participar numa causa social.

Segundo explicou, os trabalhadores exigiram continuar a trabalhar ou aceder a empregos alternativos. Enfatizou que o governo deve dar respostas específicas e não recorrer a operações que intensifiquem os conflitos.

Por fim, Grabois alertou que este tipo de situações causam danos políticos. Ele ressaltou que as lutas internas enfraquecem os setores populares e desviam a atenção do debate central. “Eu quero lutar com Miley, não com Myra”, concluiu.



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