Um momento de orgulho foi a incursão do Slovan na Liga dos Campeões na época passada – a sua primeira participação desde a independência em 1993, quando se qualificou como campeão da Primeira Liga Checoslovaca.
Desde que o empresário Ivan Komotrik comprou o Slovan em 2008, o clube voltou a ser a força dominante da Eslováquia, com o director desportivo Robert Wittek a dizer que o seu objectivo é “tornar-se como o Bayern de Munique na Alemanha, conquistando títulos ano após ano”.
“A chave para ser financeiramente sustentável é jogar uma das principais etapas da Taça dos Campeões Europeus”, explica Vitek. “Da Eslováquia, é preciso ganhar o título para ter verdadeiras hipóteses.”
Jogar na Liga dos Campeões rendeu a Sloan uma receita de TV de £ 18 milhões, além do aumento de público, acordos comerciais e visibilidade – recebendo o Manchester City e o AC Milan e viagens ao Bayern e ao Atlético.
“Talvez com o tempo possamos avaliar o sucesso que foi trazer estes clubes para Bratislava”, afirma Vitek.
“Não conseguimos nenhum ponto, mas representámos bem a Eslováquia na cena europeia e podemos estar orgulhosos disso.”
Para chegar à fase da liga, o Slovan teve de avançar três rondas de qualificação, a primeira equipa eslovaca a fazê-lo desde Zelina em 2010.
“Podemos ser realistas e sensatos com este tipo de temas”, diz Wittek, quando questionado se deveria haver um caminho mais alcançável.
“Para clubes como nós existe um ‘caminho para os campeões’, onde há sempre uma forma de os clubes de algumas ligas ‘menores’ chegarem à fase principal. No entanto, é difícil.”



