MalásiaA liderança do futebol renunciou ao Miss esta semana, no que chamou de uma medida de governança para proteger o jogo, mas os críticos dizem que qualquer “reinicialização” só contará se a associação explicar como os documentos de elegibilidade supostamente falsos foram produzidos e quem será responsabilizado.
Na noite de quinta-feira, a Associação de Futebol da Malásia (FAM) informou ter informado formalmente FIFA E Confederação Asiática de Futebol (AFC) que todos os membros do seu Comitê Executivo para o mandato 2025–2029 haviam renunciado “consensual e voluntariamente” com efeito imediato.
Numa carta publicada na quarta-feira e assinada pelo seu secretário-geral, Noor Azam Rahman, a FAME afirmou que a demissão colectiva foi tomada “sem consideração de interesses ou posições pessoais” e visava “defender a responsabilidade institucional, a boa governação e os interesses a longo prazo do futebol malaio”.
De acordo com a carta, Noor Azam assumirá agora a administração quotidiana da FAME “para garantir a continuidade, estabilidade e funcionamento ininterrupto da associação”, enquanto se aguarda novas orientações da FIFA e da AFC.
O ex-presidente interino da FAME, Mohamed Yussuf Mahadi, enquadrou a paralisação como uma tentativa de alertar para o agravamento do jogo.



