O presidente russo, Vladimir Putin, foi convidado a se juntar ao “Conselho de Paz” do presidente dos EUA, Donald Trump, que visa resolver o conflito global e supervisionar a governança e a reconstrução em Gaza, disse o Kremlin na segunda-feira.
Moscovo tentou durante anos equilibrar as relações com todos os principais intervenientes no Médio Oriente – incluindo Israel e os Palestinianos.
Mas desde a guerra Israel-Gaza e a invasão da Ucrânia pela Rússia, Putin distanciou-se de Israel, aprofundando os laços com inimigos como o Irão.
Moscovo também procurou laços mais estreitos com os estados do Golfo num contexto de crescente isolamento ocidental.
“O presidente Putin também foi convidado a juntar-se a este conselho de paz”, disse o porta-voz Dmitry Peskov aos jornalistas.
A Rússia estava tentando “esclarecer todas as nuances” da oferta com Washington, disse ele, sem envolver o chefe do Kremlin, se necessário.
A própria Casa Branca contactou várias figuras de todo o mundo para fazerem parte do chamado “Conselho da Paz” presidido pelo Presidente dos EUA.



