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opinião Nipah e mpox destacam a necessidade urgente de uma vigilância robusta de doenças na Ásia.

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Num ano repleto de ameaças de guerra e agitação, 2026 traz alguns sustos de saúde para a Ásia. Em janeiro, dois casos de O mortal vírus Nipah Os profissionais de saúde em Bengala Ocidental, na Índia, surgiram entre ambos os enfermeiros. Uma das duas enfermeiras morreu.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus Nipah tem uma das taxas de mortalidade mais altas de qualquer doença viral conhecida, normalmente variando de 40 a 75 por cento. Desde 1998, quando foi registado o primeiro surto da doença na Malásia, o Bangladesh e a Índia registam surtos esporádicos quase todos os anos. A temida doença zoonótica é transmitida aos seres humanos pela ingestão de alimentos contaminados com fezes ou saliva de um animal infectado, principalmente morcegos frugívoros ou raposas voadoras, hospedeiros naturais do vírus. Pode ser transmitido de pessoa para pessoa através do contato próximo com uma pessoa infectada. Não há cura conhecida.

Os acontecimentos recentes deram origem. Triagem de aeroporto e colocar as autoridades de saúde em alerta máximo em toda a Ásia. Isso levantou temores de outra pandemia e reacendeu memórias preocupantes do confinamento da Covid-19.
Nipah não é o único vírus a fazer sentir a sua presença este ano. Em 13 de janeiro, a OMS afirmou que um caso de MPox na Índia era um “Estresse regenerativo”, o que significa que o vírus contém material genético de duas versões diferentes do MPox, chamadas clado Ib e clade IIb.

Estirpes regenerativas estão sendo monitoradas. Embora ainda não haja provas de que a nova estirpe seja significativamente mais infecciosa do que as variantes pré-existentes, constitui um apelo à Ásia para não só reforçar a vigilância das doenças em toda a região, mas também investir numa resposta mais coordenada a qualquer crise sanitária, algo que tem estado na agenda da região do Sudeste Asiático da OMS desde o ano passado.

Os especialistas alertam que agora, mais do que nunca, uma vigilância robusta das doenças é essencial antes que ocorram surtos. Mesmo um pequeno erro pode empurrar a região para outra crise de saúde pública.

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