Um alerta de mídia social para redes internacionais de fraude pelo presidente da Coreia do Sul Lee Ji Myung A eliminação da postagem provocou uma reação negativa dos cambojanos, acusando-a de manchar a imagem do seu país, em meio a explicações diplomáticas.
Na sexta-feira, Lee compartilhou uma reportagem do canal coreano Ohmi News de que os sindicatos do crime organizado chinês. Camboja A polícia de Seul estava rejeitando recrutas coreanos por medo de ataques, conforme relatado pelo Khmer Times e pelo Korea Herald.
“Se você se atrever a mexer com os sul-coreanos, isso arruinará você e sua família”, escreveu Lee em coreano e khmer. “Parece que estou brincando? Assim que fizermos uma promessa como essa, a Coreia do Sul acabará com ela.”
De acordo com o Korea Herald, a mensagem ecoou a promessa de Lee, em outubro do ano passado, de reprimir os sindicatos por trás dos sequestros, trabalhos forçados e mortes de coreanos em complexos fraudulentos.
A sua administração lançou um “Relatório Coreano” no Camboja em Novembro passado, juntando sete oficiais coreanos com 12 cambojanos para garantir 136 detenções e resgatar quatro raptores até ao final do mês passado, segundo o jornal.
Camboja deportou 73 sul-coreanos e 136 cidadãos de Mianmar Em 23 de janeiroDe acordo com o Korea Herald, o maior reembolso de um único país até à data teria enganado 869 vítimas coreanas num total de 48,6 mil milhões de dólares (33,4 milhões de dólares).



