Washington proibiu as exportações de H200 para a China no final da administração Biden, há quase um ano, para impedir que outros países tivessem acesso à tecnologia americana avançada.
Essas restrições foram atenuadas sob o presidente dos EUA, Donald Trump, cuja administração tem procurado equilibrar as preocupações sobre os avanços da IA da China com as preocupações sobre as empresas norte-americanas manterem a quota de mercado global.
Analistas dizem que os desenvolvedores chineses de gadgets alimentados por IA provavelmente acolherão bem a reversão, especialmente aqueles que já usam chips NVIDIA compatíveis, já que o país atualmente carece de alternativas igualmente sofisticadas. Os chips também podem apoiar a produção em áreas como veículos avançados e computadores de alto desempenho.
“A China está atrasada, por isso o mercado vai querer esses chips”, disse Charles Chang, professor de finanças da Universidade Fudan, em Xangai. “Não acho que haverá muitas perguntas. É fácil para as pessoas dizerem: ‘Ei, vamos comprar esses chips e já os temos’.”



