O alerta surge na sequência de ataques recentes ao oleoduto e de ataques anteriores à Base Aérea 101 e ao Aeroporto Internacional de Niamey por militantes do Estado Islâmico, que danificaram vários aviões antes de serem repelidos com a ajuda do Corpo Africano da Rússia.
O oleoduto de 1.980 quilómetros (1.230 milhas) para transportar petróleo dos campos petrolíferos de Agadir, no Níger, até ao porto atlântico de Sami, no Benim, e operado pela CNPC da China, tornou-se um alvo importante para os rebeldes que procuram cortar uma importante fonte de receitas para a junta militar.
Embora o Embaixador Lu Guijin tenha prometido a plena cooperação de Pequim para proteger os “compatriotas estrangeiros”, a política tradicional de não intervenção da China está sob severo escrutínio face aos crescentes riscos estratégicos e financeiros decorrentes da escalada da violência.
A China encontra-se no dilema de mudar a sua política diplomática de não interferência para preservar os seus vastos investimentos energéticos ou arriscar-se a abandonar um projecto dispendioso após anos de investimento.



