As universidades públicas de Hong Kong tiveram mais de 20 mil estudantes de graduação não locais no segundo ano letivo desde que o governo duplicou a cota, um aumento anual de 17%, já que o ministro da Educação prometeu rever o limite.
A Universidade de Educação de Hong Kong (EDU) registou o maior aumento de estudantes de licenciatura não locais ao abrigo da política, um aumento de 90 por cento ao longo de três anos lectivos, seguida pela Universidade Baptista.
A partir do ano letivo de 2024-2025, o governo aumentou a cota de admissão de estudantes não indígenas em universidades públicas para 40% do número de estudantes indígenas. As autoridades planeiam aumentar o limite para 50 por cento em 2026-27.
A secretária da Educação, Christine Choi Yuk-lin, disse à mídia no sábado que algumas universidades quase esgotaram sua cota para este ano, mostrando o rápido ritmo de crescimento.
“Vamos monitorar a situação. Não descartaremos a revisão da cota caso haja necessidade, e as instalações de apoio das universidades estão prontas”, afirmou.
Ele disse que a oferta de cerca de 5.000 vagas em albergues poderia ser aumentada no âmbito do esquema para acomodar mais estudantes não locais, permitindo que promotores ou operadores privados convertam edifícios comerciais em albergues estudantis.



