Presidente do bloco de senadores A liberdade avança, Patrícia Bolrichgarantiu que o partido no poder decidiu boicotar Reformas trabalhistas antes do fim ano. Ele também confirmou que iniciaram um diálogo com outras partes do parlamento.
Em declaração ao La Nación+, Patricia Bullrich disse: “Estou determinada a implementar esta lei e com todo o bloco LLA, estamos em diálogo com outros grupos”. Ele esclareceu que esta conversa não inclui o Kershanismo, que ele havia previsto anteriormente rejeitar.
O senador afirmou que esta iniciativa responde a mudanças profundas no mundo do trabalho. Ele observou: Há mais de 20 anos que discutimos a necessidade de alterar a legislação laboral. Este sistema mudou no mundo e deve mudar também na Argentina.
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Impacto na formalidade e participação
Patricia Bullrich negou que estas reformas reduzam o orçamento das obras sociais ou considerado. Pelo contrário, anunciou que acontecerá o contrário. Ele explicou: “Se os 43% dos trabalhadores que estão actualmente no sector informal forem de colarinho branco, a ajuda e os recursos serão aumentados.
Nesse sentido, destacou que a lei busca reduzir a carga para facilitar a formalização. Ele destacou: 43% estão na cor preta e 30% na cor cinza, e com essa alteração mais trabalhadores entrarão no sistema oficial.
Críticas aos direitos sindicais
O dirigente questionou ainda o sistema de taxas de solidariedade que alguns sindicatos recebem após o encerramento das joint ventures. Lembrando que a adesão ao sindicato é voluntária, esclareceu: estas contribuições podem ser entre 2 e 5 por cento do salário.
“Há trabalhadores que acabam por pagar múltiplas vezes por serviços como funerais. É um abuso. É o dinheiro do povo e estes custos precisam de ser reduzidos”, concluiu Bolrich.



