A WNBA ainda não respondeu à proposta de negociação coletiva do Sindicato dos Jogadores da WNBA entregue há um mês, informou o Front Office Sports na sexta-feira.
Essa falta de movimento pode colocar em risco a abertura da temporada da WNBA, que começa em maio, segundo diversas fontes que falaram ao veículo.
As duas partes negociaram um novo acordo laboral até ao final de junho de 2025, com vários prazos vencidos e prorrogados durante esse período.
O prazo mais recente de 9 de janeiro chegou e passou sem acordo, e nenhuma prorrogação foi acordada até agora, deixando as partes num período de “status quo”, o que impede que algumas medidas sejam tomadas.
Uma delas é estender a temporada regular para além de 44 jogos, o que tem sido um importante ponto de negociação até o momento.
A proposta dos jogadores era de uma participação de 30% na receita bruta da liga e um teto salarial de US$ 10,5 milhões. A proposta mais recente da liga antes disso era de 70% de seu lucro líquido e um teto salarial que começaria em US$ 5 milhões no Ano 1.
O teto salarial na última temporada foi de US$ 1,5 milhão.
O óbvio obstáculo no cronograma, e a razão para o ceticismo sobre uma temporada regular ininterrupta, é a exigência de que tanto o projeto de expansão quanto a agência gratuita ocorram com antecedência. Além disso, a liga precisará realizar seu draft amador, atualmente agendado para 13 de abril, e fazer uma pausa para a Copa do Mundo da Fiba neste outono, em setembro.
A agência gratuita geralmente começa no início de janeiro. O melhor cenário actual aponta agora para Março, embora seja uma corrida para chegar a um acordo nas próximas semanas.
A WNBA nunca perdeu um jogo por paralisação em sua história (29 anos).
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